Francisco Coelho Neves gosta de tartarugas mas nunca teve uma. Não se tem uma tartaruga.
As tartarugas carregam o mundo às costas e alguns poemas. A lentidão é a forma mais bonita de resistência.
Enquanto programador, mediador cultural e poeta, interessa-lhe o exercício de pensar e criar devagar, encontrar no simples a maior transformação ou, por outras palavras, fazer do livro uma arqueologia de sínteses.
Editou em 2022 o livro “Fruta da Época” e em 2025 “Um jardim para chegar”.

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